terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mélega na Bienal

No dia 18/08/2010 às 12h30min os alunos da escola EMEF Prof. Henrique Mélega junto com os monitores, foram a um evento que acontece de dois em dois anos chamada Bienal do livro.
Chegando lá nós fomos recepcionados com um monitor do evento.
Ao entrar fomos divididos em dois grupos (monitores e alunos), nós recebemos um vale livro no valor de 5,00 reais e também um vale desconto. Depois disso entrevistamos Coordenador do Nas Ondas do Rádio. Fomos ao espaço Volkswagen que estava acontecendo uma palestra sobre a literatura de cordel, em que os alunos da 8ª série estavam assistindo, enquanto os alunos monitores estavam vendo as prateleiras de livros. Fomos a algumas lojas que nos receberam com cruzadas, caça-palavras e livros para pintar. Depois fomos embora e no ônibus recebemos um lanche distribuído pela bienal do livro.

Ouça abaixo a entrevista realizada com prof. Carlos do projeto EDUCOM.






Texto escrito por: Jaqueline Alves e Samara Santos

CURSO MESTRE DE CERIMÔNIAS



Chegamos lá às 09h50min, lá nós alunos monitores (Samara, Matheus, e Bruna) fomos recebidos com um café da manhã de 20 min. Após isso fomos ao auditório assistir

a 1ª parte da palestra com os palestrantes chamados Cizo e Alex. Cizo é o produtor de luz aquele que cuida de tudo na iluminação no palco. Alex é o diretor de palco aquele que é responsável por tudo que tem no palco, as cortinas a produção da peça.

Durante a 1ª palestra, a mestre de cerimônias Joseane Alves chamou a Sueli que carregava um fantoche de nome Well e Maria também com um fantoche, a Pérola, que foram andando no auditório, falando com as pessoas que tinham perguntas para Alex e Cizo.

Após a 1ª parte fomos ao intervalo de 15min. Depois ao entrar, ganhamos uma apostila com uma caderneta para anotar as coisas mais importantes. Na 2ª parte da palestra Well traz uma mulher chamada Cremilda que diz ser um mestre de cerimônias, só que ela não tinha postura de um mestre, então ela foi embora e Fernanda Caliu chegou que é um mestre de cerimônias de verdade que trabalha no planetário do Ibirapuera, é secretária do meio ambiente e apresentou a 2ª parte da palestra. Comentou como os alunos podem se transformar em um (a) mestre de cerimônias juvenil.

Explicou que um cerimonial é um conjunto de formalidades entre autoridades nacionais e estrangeiras, a serem seguidas durante um ato solene ou festa pública.

Comentou que um bom mestre de cerimônias tem que ter bom senso, boa organização, boa vontade, ser responsável pela condução, ser discreto, ter uma pronuncia correta, boa dicção, e ter uma postura correta de um mestre.

No roteiro de um mestre tem que ter as visitas de autoridades, anunciar o painel, tema e etc.

Explicou que cerimonial é igual a etiqueta porque um cerimonial tem que ter etiqueta para falar melhor, se vestir melhor e ter uma boa postura.

Dicas para falar melhor:

• Seja você mesmo

• Pronuncie bem as palavras sem exagero

• Falar com uma boa intensidade

• Ter postura sempre de pé e estar atento a tudo a volta.

Comentou que sempre tem de estar com o rosto à mostra, se vestir com roupa social e de preferência com cor escura para não chamar atenção do público, estar sempre formal e ter uma respiração correta.

Nem sempre um mestre de cerimônias tem um ajudante no palco.

Eu achei esse evento muito interessante porque um vou começar a aprender a falar em público sem ter vergonha e deixar de ser tímida.





Texto escrito por: Samara no dia 25/08/2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Monitoras do Mélega no II Encontro Brasileiro de Educomunicação na USP


Nós alunas monitoras e jovens educomunicadoras do Mélega participamos do II Encontro Brasileiro de Educomunicação que aconteceu nos dias 23 e 24 de agosto.


Utilizamos três meios de transporte: ônibus, metrô e táxi e foram três horas até a Cidade Universitária.

No primeiro dia foi discutido muito a Educomunicação no espaço das políticas públicas e teve a entrega do prêmio Mariazinha Fusari. Nós adoramos ter participado.

Entrevistamos duas educomunicadoras da Espanha Patricia Nunes e Maria Lucia , o professor Dr. Ismar de Oliveira Soares, o Alexandre Sayad do MEC, duas ganhadoras do prêmio Mariazinha Fusari as professoras Liana Gottlieb e Maria Aparecida Baccega, e a professora Ana Julia Campos.
Ficamos muito nervosas para entrevistar e com muito medo de errar.

As pessoas que trabalham na USP são muito simpáticas e nos receberam muito bem.

Fomos entrevistadas pela repórter Ayane da Folha da região Araçatuba.

Encontramos outra equipe de jovens educomunicadores da FHUNDAS que também estavam fazendo a cobertura do evento.

E se quiser saber mais sobre o nosso trabalho entre no site do encontro:


Jaqueline Alves de Melo

Joyce Cirilo Lima

Barbara Sales Neves

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Exposição Corpus (OCA/Ibirapuera)

Nós alunos monitores da escola Prof. Henrique Mélega fomos a uma exposição na Oca no Parque do Ibirapuera chamada Corpus que foi organizada pela professora Kátia de Ciências.
     Chegando lá nó fomos divididos em dois grupos, um foi com o Prof. Renan de História e o outro grupo com a profa. Kátia.
Nós vimos como os músculos se mechem quando nós fazemos algum movimento, observamos várias comparações como: o pulmão de um fumante e outro um de não fumante, um osso de uma baleia com um de ser humano adulto e de um feto. Vimos também um corpo de um homem com o movimento de chutar uma bola, em movimento de jogar uma bola com a raquete, basquete, tiro ao alvo.

Vimos também fetos de várias semanas e o tamanho dos órgãos deles.














Vimos também o cérebro aberto, em partes, o pedaço do braço, pedaço da perna, todas as partes do corpo em pedaços. Também os órgãos genitais masculinos e femininos as glândulas mamarias da mulher qual é o tamanho dos tumores, doenças que dão nos órgãos.

Texto Escrito por:  Samara  Santos
Revisado por :Jaqueline Alves

sexta-feira, 6 de agosto de 2010



Itaú cultural
Emoção Art.ficial 5.0


No dia 30/07/10 os alunos do 8º ano e nós alunos monitores, fomos a uma exposição de arte cibernética. Quando chegamos lá fomos divididos em dois grupos,

cada grupo com um educador e cada um para um lado da exposição, veja algumas obras de artes que nós observamos:
A exposição é sobre autonomia cibernética, as obras percebem a nossa presença a partir de sensores e reagem de diferentes modos como, por exemplo: movimentos e sombras.

A obra Bion criada por Adam Brown e Andew H. Fagg (Estados Unidos, 2006) são fios pendurados com sensores em forma de controle de video game transparentes com duas luzes azuis que reagem com a presença de pessoas, primeiro elas piscam depois
permanecem acesas ou totalmente apagadas de acordo com a locomoção dos visitantes também emitem sons.


Prosthetic Head criado por Stelarc (Austrália, 2003) ao entrar numa sala escura nós vimos à imagem projetada apenas o rosto de um homem (o artista que criou a obra), havia um teclado onde nós digitávamos perguntas em inglês e ele respondia também em inglês. Ensinamos a eles algumas palavras em português, ele falou mas de forma estranha.
O Metacampo criado por SCIARTS (Brasil, 2010) é um tipo de jardim artificial em que uma biruta,
que está do lado de fora do prédio capta o movimento do vento do próprio lugar onde um aparelho com um ventilador dentro faz os movimentos do vento de acordo com o que está fazendo do lado de fora. O lugar onde a obra está às paredes são todas de espelhos e quando nós olhamos temos impressão que o campo é infinito.

Hysterical Machines criado por Bill Vorn (Canadá, 2006) é um tipo de robô, que quando percebem que alguém está se mexendo, começam a se mover com movimentos brutos e luzes com efeitos que piscam e chamam a nossa atenção. Dá até medo de passar perto deles.


Silent Barrage criado por Symbiotica (Austrália – Estados Unidos, 2008-2009) - É um tipo de robô que se mexem ao longo de várias colunas. No topo de cada coluna existe uma câmera que manda imagens para os EUA para os cientistas. Quando passamos entre as colunas estimulamos neurônios que fazem com que eles comecem a se locomover com discos giratórios que sobem e descem.

Projeto Amoreiras criada por Grupo Poéticas Digitais (Brasil, 2010) É um projeto que fica do lado de fora do prédio do Itaú Cultural com cinco pés de amoreiras. Dentro dos vasos existe um aparelho que move o galho quando a poluição sonora e ambiental está muito alta. Sem vento nenhum os galhos começam a se locomover fazendo as pessoas perceberem o movimento.







Ballet digitallique criada por Lali Krotoszynski é um aparelho pega sua sombra de uma pessoa e depois de alguns dias essa sombras vão para um projetor que fazem elas virarem verdadeiras bailarinas.









Autoportrait criado por Robotlab (Alemanha, 2002) é um robô que escaneia o rosto de uma pessoa e desenha sua imagem em um quadro. Quando acaba de desenhar ele pega o quadro e mostra para o público. Tudo isso de forma autônoma, sem que ninguém esteja manipulando. Depois ele apaga a imagem.





Caracolomobile criada por Tânia fraga (Brasil, 2010) é uma obra que estava pendurada no teto, que captava o pensamento de uma pessoa que refletia seus pensamentos em um espelho. Isso tudo funcionava por um equipamento que estava em sua na cabeça.


Participar dessa exposição como imprensa jovem, é muito diferente de que participar como um aluno nós temos muito mais responsabilidade, olhamos as coisas de outra forma. Tem que ter muito mais atenção com o que o educador está explicando para depois produzir um texto com todo o grupo.
















Para ter mais informações entre no link: www.emocaoartficial.org.br/pt/artistas-e-obras/emocao-5-0/

Texto escrito por Samara, Bruna e Matheus (alunos monitores/imprensa jovem).
Fotos:  Samara, Leonardo, Mateus, Gabriel e Stefany